Levei uma bronca carinhosa por ter abandonado este espaço. Então, aqui estou, prontamente, de volta ao Estrelas.Li, outro dia, uma nota sobre a criação de uma bolsa de apostas em função do dia da morte de Amy Winehouse.
Fiquei me perguntando o porquê destas coisas.
Causou-me espanto, primeiramente, a morbidez do assunto. Acredito que muitos apostadores sintam-se estimulados pela forma como a imprensa sempre trata temas desta ordem.
Em seguida, fiquei pensando na garota cujo talento musical foi revelado muito precocemente, de perfomances estilosas, com prêmios acumulados, teimando em dizer "No, no, no" a tudo aquilo que não seja viceralmente radical.
Refletindo sobre as trilhas de Joplin, Hendrix e tantos outros, cujas carreiras foram, na maioria dos casos, interrompidas pelas próprias dimensões de suas dores e anseios.
Como este espaço foi criado para discutir pesadelos, todas estas questões parecem dialogar com esta imagem de Amy, a sonhar, também, com muitas perspectivas de sim, em sua estrada, pois, a estrada também nos assegura muitos "sims" para dialogar com outros tantos nãos.
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